domingo, 4 de abril de 2010

Azul em abril - espaço para entender o autismo

Em vários locais no mundo, instituições governamentais e não governamentais abriram espaço em suas agendas para conscientizar ainda mais as pessoas sobre o autismo - que teve seu Dia Mundial no dia 2. Durante abril, profissionais que trabalham com crianças autistas usarão um laço azul no peito para que, cada vez que for perguntado o motivo da faixa, expliquem um pouco mais.
O autismo - É uma disfunção global do desenvolvimento. Uma alteração que afeta a capacidade de comunicação do indivíduo de estabelecer relacionamentos e de responder apropriadamente ao ambiente. Algumas crianças autistas apresentam inteligência e fala intactas, outras apresentam sério atraso no desenvolvimento da linguagem. Alguns parecem fechados e distantes; outros, presos a comportamentos restritos e rígidos padrões de comportamento. Os diversos modos de manifestação da doença também são designados de espectro autista, indicando uma gama de possibilidades dos sintomas do autismo.
Mitos - Um dos mitos comuns é de que todas as pessoas com autismo vivem em seu mundo próprio, isolados, interagindo apenas com o ambiente que criam; isto não é verdade, segundo especialistas. Se, por exemplo, uma criança autista fica isolada em seu canto observando as outras crianças brincarem, não é porque ela está desinteressada dessas brincadeiras ou porque vive em seu mundo. Simplesmente ela tem dificuldade de iniciar, manter e terminar adequadamente uma conversa.
A data - Em 2008, a Organização das Nações Unidas (ONU) estabeleceu, em assembleia geral, o dia 2 de abril como sendo o Dia Mundial da Conscientização pelo Autismo. Sessenta milhões de pessoas com autismo no mundo, sofrem sem acesso a serviços públicos e privados necessários a todas as pessoas.
Diagnóstico e tratamento - O diagnóstico deve ser precoce para que o tratamento seja melhor. Tem que procurar um médico quando perceber que ele está com atraso na linguagem, e quando houver algo diferente no olhar. Além disso, 10% das crianças autistas têm característica de ter crescimento muito significativo em alguma área, segundo a psicóloga Luana Passos.
Informação da jornalista Maria Isabel da Silva com consulta a jornais e internet.

sábado, 3 de abril de 2010

Comunicar o que a instituição faz é estratégico

Comunicar é mais que enviar um texto para os jornais para informar que o bazar acontece no próximo final de semana para angariar fundos para a instituição. É mais que fazer um folheto e distribuir no bairro. É mais que fazer um belo site e colocar fotos dos assistidos pela instituição.
Comunicação exige estratégia. Para comunicar, é necessário que a instituição saiba claramente suas metas a médio e longo prazo, entenda os públicos com que se relaciona - vizinhos, assistidos, doadores, imprensa, patrocinadores, apoiadores, voluntários, funcionários, fornecedores. Para isto, há profissionais qualificados no mercado e agências de comunicação. A instituição pode contar com um profissional que a auxilie como voluntário na definição da estratégia e até que a auxilie no trabalho do dia a dia, mas o ideal é que ela preveja uma verba para a sua comunicação (que envolva não só o pagamento dos produtos como também dos serviços) e possa assim agir com profissionalismo nesta área - à semelhança de grandes ONGs. nacionais e internacionais.