sexta-feira, 20 de março de 2009

Conheça o trabalho do CCDIA, do Rio de Janeiro

O CCDIA é uma organização de utilidade pública federal que atua com crianças e adolescentes de Niterói, com o apoio de empreendedores sociais (pessoas físicas), sem apoio de instituições governamentais.
O CCDIA busca prevenir o abandono escolar pelas crianças de baixa renda de várias favelas de Niterói e Duque de Caxias, a saber: Favela do Sabão, Aterrado São Lourenço, Morro do Estado, Favela do Cavalão, Centenário, dentre outras. Através de aulas de reforço, as crianças são acompanhadas diariamente em suas tarefas escolares, num horário alternativo ao seu horário na escola pública, para evitar a repetência e a evasão escolar.
Surgido em 1986 por iniciativa do dr. Altair Souza de Assis, físico de origem humilde mas que conquistou destacada posição acadêmica nacional e internacional, quando ele passou a ter contato com crianças e adolescentes que perambulavam pelas ruas de Niterói. Em 1989, após levantamento estatístico realizado pelo Programa Oficina do Saber, da UFF, identificando que aquelas crianças eram originárias de favelas das cidades vizinhas, ele decidiu adotar uma estratégia de caráter preventivo à criança de rua. Para isso, inaugurou o primeiro CCDIA, em São Gonçalo, RJ.
Outras iniciativas - Além do reforço escolar, outras atividades acontecem simultaneamente em horários diversos no CCDIA:
1. Cursos de Informática para crianças e adolescentes com aulas de Windows, Word, Corel draw, Excel e Internet;
2. Oficinas de leitura para aprendizado de Português e Alfabetização;
3. Oficinas de matérias com tutores voluntários da UFF (programa de Tutoria Escolar com todas as disciplinas do ensino fundamental);
4. As crianças recebem aulas de inglês, música, artes, cidadania, ética, educação religiosa e ainda participam de festas e diversas atividades extras que acontecem a cada semestre;
Conheça mais sobre o trabalho do CCDIA, em seu site: www.ccdia.org
Contatos e informações sobre apadrinhamento de crianças com:
Fábio Pontes
Gerente
(21) 2620-5189 e 9279-9777

quarta-feira, 11 de março de 2009

Instituto Bruno e os objetivos do milênio

Você conhece os objetivos do milênio?
Juiz de Fora é atuante na luta pela realização desses objetivos. E você, já fez a sua parte?

Em 2000, a ONU estabeleceu os oito objetivos do milênio, ocasião em que seus 191 países membros firmaram o compromisso na sede em Nova York de atingi-los até 2015, assinando a Declaração do Milênio. A decisão visa mobilizar a sociedade em torno de temas nobres como o fim da miséria e a democratização da educação. Com os objetivos definidos, foram criadas metas para avaliar o desempenho, o que pode ser acompanhado pelo site www.pnud.org.br.

Estes são os objetivos do milênio: 1. Acabar com a fome e a miséria; 2. Educação básica de qualidade para todos; 3. Igualdade entre sexos e valorização da mulher; 4.. Reduzir a mortalidade infantil ; 5. Melhorar a saúde das gestantes; 6. Combater a Aids, a malária e outras doenças ; 7. Qualidade de vida e respeito ao meio ambiente e 8. Todo mundo trabalhando pelo desenvolvimento .

A responsabilidade do Instituto Bruno

Apesar da inclusão da pessoa com deficiência não estar entre os objetivos estabelecidos pela ONU, acreditamos que indiretamente esteja, pois o trabalho que é realizado com estas pessoas envolve cuidados com a alimentação, estímulo à educação, controle de doenças, proporcionar qualidade de vida e a participação de todos neste esforço contínuo. Assim, abaixo estão relacionados os trabalhos feitos pelo Instituto Bruno com os objetivos do milênio.

1. Acabar com a fome e a miséria - Há um projeto de apoio financeiro e alimentar às famílias que se encontram em situação vulnerável, o que inclui o fornecimento de cestas básicas, roupas e fraldas descartáveis para as famílias. São realizadas reuniões com as mães e/ou responsáveis para orientar sobre a alimentação e palestras com nutricionistas.

2. Educação básica de qualidade para todos - O projeto de integração na escola formal faz com que crianças e adolescentes com múltiplas deficiências sensoriais, motoras e surdocegas desenvolvam atividades pedagógicas que contribuem para a aprendizagem e promovem o desenvolvimento nas áreas cognitiva, afetiva, comunicação alternativa, habilidades e competências, orientação e mobilidade, além de promover a inserção e inclusão no ensino formal. É feito um encaminhamento através do contato com a equipe escolar, além de orientação dos pais dos alunos no entendimento da importância da freqüência escolar. O Instituto oferece uma oportunidade de vivência e aprendizagem escolar para os atendidos que não estão freqüentando a escola formal, por ainda não serem incluídos e também porque as unidades escolares não possuem estrutura física e pedagógica para acolher, principalmente aqueles com deficiência múltipla e surdocegueira. O Instituto Bruno trabalha com os jovens sobre a educação profissional, assim como a auto sustentação. Oferece também cursos com a proposta de geração de renda.

3. Igualdade entre sexos e valorização da mulher - Através do Projeto Escola de Pais, nos encontros mensais, busca esclarecer os pais e responsáveis de atendidos sobre assuntos gerais. A valorização da mulher é um tema recorrente, uma vez que é percebido ser ela, na maioria das vezes, a responsável pela criança com deficiência. Além disso, cursos são oferecidos especificamente a elas (artesanato, papelaria, costura, depilação) para que possam se sentir independentes e capazes na geração da renda familiar.

4. Reduzir a mortalidade infantil e 5. Melhorar a saúde das gestantes 6. Combater a Aids, a malária e outras doenças - O Instituto Bruno participa regularmente de congressos, simpósios e encontros em que esses temas são discutidos. Assim, a equipe se mantém atualizada e capacitada a distribuir essas informações aos pais e responsáveis de pessoas com deficiência. A comunidade é mobilizada por meio de informativos, palestras, reuniões sobre a importância das principais vacinas (como a de combate à rubéola e paralisia infantil), em parceria com outros órgãos de saúde e escolas. São dadas orientações a respeito dos cuidados caso as mães de um filho com deficiência venham a ter um segundo filho e também sobre os direitos e deveres das crianças e dos adolescentes no que diz respeito ao atendimento na área de saúde. O Instituto Bruno desenvolve ainda a integração com órgãos de saúde para encaminhamentos diversos em consultas, exames laboratoriais, cirurgias. Na sede, são realizados atendimentos em fisioterapia, fonoaudiologia, acompanhamento físico e lógico, integração sensorial, comunicação alternativa, estimulação visual. Isso é oferecido a todos os atendidos, após avaliação, gratuitamente. Aparelhos ortopédicos, locomotores, entre outros, são doados aos atendidos através de recursos da Instituição.

7. Qualidade de vida e respeito ao meio ambiente - O projeto Cultura e Lazer atende a crianças e adolescentes, famílias, voluntários, colaboradores e a equipe do Instituto, que participam de atividades culturais e de lazer oferecidas pela comunidade e pelo Instituto, passeios e excursões em áreas verdes. E ainda: musicoterapia, dança, comemorações de datas festivas como: festa junina, dia das mães, das crianças e outras. A Oficina de Papelaria produz cadernos, cestos, porta lápis, entre outros, produzidos por atendidos, voluntários e pais de atendidos.

8. Todo mundo trabalhando pelo desenvolvimento - A área de captação de recursos do Instituto Bruno é composta por várias atividades e reúne exemplos de como pode ser simples começar a trabalhar pelo desenvolvimento. Uma delas é a equipe de telemarketing. Este serviço busca a adesão de pessoas da comunidade (físicas e jurídicas) como doadores de recursos financeiros e materiais. O que é arrecadado em espécie é empregado diretamente em despesas de custeio e manutenção do Instituto. Os materiais (roupas, utensílios em geral, brinquedos, etc) são comercializados em bazares. Outra atividade que integra a área de captação de recursos são os eventos. Há a participação de toda a equipe e voluntários, além de pais e responsáveis de atendidos, que atuam na divulgação do Instituto Bruno e na obtenção de recursos. O Instituto Bruno possui hoje mais de 40 voluntários atuantes. Eles participam de diferentes formas. Alguns participam em eventos, auxiliando na execução ou no contato com novos parceiros, e outros estão ativos durante o dia a dia da instituição, acompanhando os atendidos. Outros ainda podem estar fora do Instituto, mas sempre entram em contato quando vêem uma oportunidade para que possamos participar e divulgar o nosso trabalho.

A responsabilidade de todos nós
Em Juiz de Fora percebemos que todas as instituições enquadram-se em mais de um objetivo. São inúmeras as maneiras de você ajudar essas instituições e assim colaborar para que os objetivos do milênio se concretizem daqui a seis anos. É exatamente o que o oitavo objetivo diz: Todo mundo trabalhando pela desenvolvimento. Abaixo, alguns exemplos.

1. Acabar com a fome e a miséria - Sopa dos pobres, Aldeia SOS, LBV Legiao Brasileira Da Boa Vontade

2. Educação básica de qualidade para todos - Lar Luiza de Marilac, Instituto Maria

3. Igualdade entre sexos e valorização da mulher - Maria, Maria, mulheres em movimento

4. Reduzir a mortalidade infantil - Instituto Maria

5. Melhorar a saúde das gestantes - Hospital Universitário, Projeto Viva Vida

6. Combater a Aids, a malária e outras doenças - Gedae, Grupo Casa

7. Qualidade de vida e respeito ao meio ambiente - Associação pelo Meio Ambiente de Juiz de Fora AMA- JF

8. Todo mundo trabalhando pelo desenvolvimento - Voluntariado em todas as instituições; o cidadão atento ao seu bairro e à realidade ao seu redor.

Colaboração - Mahina Fava Jornalista, responsável voluntária do Instituto Bruno de apoio a pessoas surdocegas e com múltiplas paralisias
Tel: (32) 2102-4300 Rua Paula Lima, 243, Jardim Glória. Juiz de Fora - institutobrunocomunica@yahoo.com.br

Visite! www.institutobruno.org.br

segunda-feira, 2 de março de 2009

Bom Parto oferece curso gratuito em Agropecuária

O Centro Educacional Comunitário Tabor está com as últimas inscrições abertas para o Curso de Capacitação Profissional em Agropecuária, com duração de um ano e certificado pela Prefeitura Municipal de São Paulo. As vagas estão disponíveis para jovens com idades entre 15 a 29 anos, nas turmas da manhã, das 7h às 12h, e da tarde das 12h às 17h. No curso, o aluno irá adquirir conhecimentos básicos em cultivo de plantas medicinais, cultivos de hortas frutíferas, pomar, jardinagem, cultivo protegido de estufas, criação de pequenos e médios animais, hidroponia, entre outras atividades, além de contribuir para a sua formação integral.
Após realizar o curso de capacitação profissional em Agropecuária, o aluno também poderá realizar mais seis meses de especialização para o curso Técnico Agropecuário, certificado pela Secretaria Estadual da Educação, com direito a diploma e registro no CREA- SP - Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de São Paulo.
Inscrições:
Centro Educacional Comunitário Tabor
Tel.: 2731-2119 / 2736-9394
Endereço: Estrada da Colônia, 120/122 – Jardim São Gonçalo
Atendimento: de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h
Investimento: Gratuito

Sobre o Centro Social N. Sra. do Bom Parto:
Com o objetivo de preparar os jovens para ingressarem no mundo do trabalho, o Centro Social Nossa Senhora do Bom Parto - Bompar – em parceria com a Prefeitura Municipal de São Paulo, promove iniciativas que visam estimular as atividades voltadas para o empreendedorismo, comunicação, trabalho em equipe e criatividade. A entidade desenvolve atualmente, uma proposta sócio educativa a 7600 crianças, adolescentes e jovens e a 450 adultos em situação de rua na Zona Leste de São Paulo.



Mais informações:

Raquel Rieckmann TraldiJornalista Centro Social Nossa Senhora do Bom Parto(11) 2696-3200www.acolhe.org.br

Católicos e judeus se unem em parceria inédita

Tempos difíceis como os de agora – em que as mazelas da economia global arrancam investimentos de projetos sociais – exigem cada vez mais iniciativas de grande criatividade na busca de recursos para que organizações sociais sem fins lucrativos consigam manter suas fontes de receitas e o andamento de seus programas de captação. Foi nessa busca criativa que a católica Liga Solidária e a judaica Unibes (União Brasileiro-Israelita do Bem-Estar Social) firmaram parceria inédita para promover a pré-estreia do musical A Noviça Rebelde, no dia de 18 de março, no Teatro Alfa, em São Paulo. Toda a renda será revertida para os projetos sociais de ambas, atendendo diretamente mais de 10.400 pessoas.
“Buscamos ser criativos para manter nossos projetos; historicamente, as doações tendem a diminuir em crises”, afirma Carola Matarazzo, vice-presidente da Liga Solidária, entidade de 85 anos, antes conhecida como Liga das Senhoras Católicas. “A ação social independe de qualquer religião. Nos dias de hoje, é fundamental mostrar ao mundo que é possível respeitar as diferenças e se unir em busca de um bem maior", argumenta Célia Kochen Parnes, vice-presidente da Unibes, instituição com 93 anos de existência.
Em épocas de crise, lembra Carola, as entidades de cunho social sentem nas duas pontas econômicas. Isso porque, ao mesmo tempo em que mínguam os recursos de doações e projetos específicos, aumentam sobremaneira a demanda e carências da população atendida. A Liga Solidária, por exemplo, trabalha com a previsão de reduzir aproximadamente 6% seus investimentos para este ano em comparação a 2008, de acordo com o superintendente da entidade, Alvino de Souza e Silva. De acordo com ele, a Liga investiu R$ 10 milhões em 2008 e R$ 7,28 milhões em 2007.
Especialistas do Terceiro Setor reforçam a importância da criatividade, lembrando que 68% dos recursos movimentados no Brasil por essas organizações são gerados por iniciativas próprias das entidades. Por isso, em épocas de crise econômica, o terceiro setor brasileiro sofre, mas menos do que o dos países desenvolvidos, nos quais a transferência dos governos para as entidades chega a 80%.
"De alguma forma, contudo, as organizações sentirão maior dificuldade para manter seus orçamentos e devem, portanto, estar preparadas para administrar as variáveis deste novo cenário econômico", afirma Luiz Carlos Merege, professor e doutor da Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP). Segundo Merege, a crise é um alerta para as ONGs reforçarem os processos de profissionalização, de criatividade e de gerenciamento empresarial nas entidades. “A Liga Solidária e a Unibes podem representar comunidades diferentes, mas têm o mesmo objetivo e valores. Essa parceria é diferente entre as comunidades, uma excelente idéia para os tempos atuais”, opina o especialista.
A Noviça Rebelde
O espetáculo A Noviça Rebelde, com direção geral de Charles Möeller e direção musical e roteiro de Cláudio Botelho, será protagonizado por Kiara Sasso (A Bela e a Fera e O Fantasma da Ópera) e Saulo Vasconcelos (Les Miserables e O Fantasma da Ópera). A temporada regular terá início em 20 de março, também no Teatro Alfa.
SERVIÇO PRÉ-ESTREIA
Ingressos e informações: 3873-2911 (r.07) ou 3311-7300 (r. 260).
Ou nos endereços:
- Liga Solidária - Rua Capote Valente, 1332
- Unibes - Rua Rodolfo Miranda, 287/293

Forma de pagamento:
Cartões Visa, cheque ou dinheiro - em caso de entrega em domicílio, será cobrada taxa de R$ 10.
Preços: R$ 60 (platéia superior)
R$ 120 (setor 1 - laterais)
R$ 160 (platéia - centro)
R$ 200 (área VIP)
Teatro Alfa - Rua Bento Branco de Andrade Filho, 722 – Santo Amaro - Telefone: 5693-4000

Informação para a imprensa da Pré-estreia:
S/A Comunicação
Jornalista: Carol Knoploch
(11) 5102-3335